da EFE
O assessor presidencial brasileiro Marco Aurélio Garcia começou uma visita a La Paz para falar com o Governo de Evo Morales sobre projetos energéticos, investimentos e comércio, segundo disse em entrevista coletiva.
García explicou que revisará o estado da cooperação bilateral nos setores comercial e energético e discutirá com Morales 'um leque de alternativas para investimentos brasileiros em sociedade com o Estado boliviano'.
'Temos uma posição muito clara (...) que é ajudar no desenvolvimento econômico e social da Bolívia. Queremos ter vizinhos prósperos, que sigam o caminho que a Bolívia e Brasil estão seguindo. Isso significará que teremos recursos para vencer a crise mundial', disse o assessor da presidente Dilma Rousseff.
Com García chegou a La Paz uma delegação da Eletrobrás que discutirá com autoridades bolivianas um projeto para estabelecer a longo prazo uma hidrelétrica binacional na Amazônia boliviana que poderia gerar 4 mil megawatts.
Segundo García, este projeto 'resolveria no médio e longo prazo os problemas de energia do país, mas também propiciaria à Bolívia uma grande capacidade de exportação' de eletricidade. O assessor acrescentou que o Brasil também está interessado em ampliar seu comércio com a Bolívia, para o que se organizarão missões empresariais que buscarão sociedades e investimentos mútuos.
Por sua vez, García não quis opinar sobre o conflito do Governo Morales com indígenas da Amazônia que se opõem à construção de uma estrada financiada pelo Brasil e atravessará o Território Indígena Parque Nacional Isiboro Sécure (Tipnis), reserva rica em flora e fauna no centro da Bolívia.
'São problemas internos da Bolívia. Nós temos confiança que o Governo e todos seus interlocutores saberão encontrar uma solução para isso', disse García.
O assessor presidencial brasileiro Marco Aurélio Garcia começou uma visita a La Paz para falar com o Governo de Evo Morales sobre projetos energéticos, investimentos e comércio, segundo disse em entrevista coletiva.
García explicou que revisará o estado da cooperação bilateral nos setores comercial e energético e discutirá com Morales 'um leque de alternativas para investimentos brasileiros em sociedade com o Estado boliviano'.
'Temos uma posição muito clara (...) que é ajudar no desenvolvimento econômico e social da Bolívia. Queremos ter vizinhos prósperos, que sigam o caminho que a Bolívia e Brasil estão seguindo. Isso significará que teremos recursos para vencer a crise mundial', disse o assessor da presidente Dilma Rousseff.
Com García chegou a La Paz uma delegação da Eletrobrás que discutirá com autoridades bolivianas um projeto para estabelecer a longo prazo uma hidrelétrica binacional na Amazônia boliviana que poderia gerar 4 mil megawatts.
Segundo García, este projeto 'resolveria no médio e longo prazo os problemas de energia do país, mas também propiciaria à Bolívia uma grande capacidade de exportação' de eletricidade. O assessor acrescentou que o Brasil também está interessado em ampliar seu comércio com a Bolívia, para o que se organizarão missões empresariais que buscarão sociedades e investimentos mútuos.
Por sua vez, García não quis opinar sobre o conflito do Governo Morales com indígenas da Amazônia que se opõem à construção de uma estrada financiada pelo Brasil e atravessará o Território Indígena Parque Nacional Isiboro Sécure (Tipnis), reserva rica em flora e fauna no centro da Bolívia.
'São problemas internos da Bolívia. Nós temos confiança que o Governo e todos seus interlocutores saberão encontrar uma solução para isso', disse García.
Assessor de Dilma visita Bolívia para impulsionar planos econômicos
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