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Dois policiais morreram em um ataque com explosivos a uma pequena delegacia de polícia no norte do Paraguai, ação que o governo atribuiu ao grupo armado Exército do Povo Paraguaio (EPP). O atentado levou deputados paraguaios a defender a adoção do estado de exceção em alguns departamentos do país.
O EPP é um pequeno grupo de extrema esquerda responsável por sequestros, assassinatos e atentados a postos militares durante a última década.
O ataque no qual morreram baleados dois suboficiais ocorreu por volta de meia-noite de quarta-feira em uma unidade policial da cidade de Capitán Giménez, situada 500 quilômetros ao norte de Assunção, no departamento pecuarista de Concepción.
O ministro do Interior, Carlos Filizzola, disse nesta quinta-feira que após as últimas ações, entre as quais um ataque com explosivos a uma promotoria de justiça na localidade de Horqueta, na semana passada, o grupo está se transformando em uma guerrilha.
"Estas são ações guerrilheiras. Neste momento vemos que até estão fazendo incursões em áreas urbanas", afirmou o ministro a jornalistas.
Alguns parlamentares disseram que pedirão ao governo que declare estado de exceção nos departamentos do norte do país, semelhante ao estabelecido em abril de 2010, depois que o grupo assassinou dois trabalhadores rurais e um policial.
Mas Filizzola afirmou ter todos os recursos legais para atuar e que nas próximas horas seria avaliada a possibilidade de uso das forças militares.
Com informações Reuters.
Dois policiais morreram em um ataque com explosivos a uma pequena delegacia de polícia no norte do Paraguai, ação que o governo atribuiu ao grupo armado Exército do Povo Paraguaio (EPP). O atentado levou deputados paraguaios a defender a adoção do estado de exceção em alguns departamentos do país.
O EPP é um pequeno grupo de extrema esquerda responsável por sequestros, assassinatos e atentados a postos militares durante a última década.
O ataque no qual morreram baleados dois suboficiais ocorreu por volta de meia-noite de quarta-feira em uma unidade policial da cidade de Capitán Giménez, situada 500 quilômetros ao norte de Assunção, no departamento pecuarista de Concepción.
O ministro do Interior, Carlos Filizzola, disse nesta quinta-feira que após as últimas ações, entre as quais um ataque com explosivos a uma promotoria de justiça na localidade de Horqueta, na semana passada, o grupo está se transformando em uma guerrilha.
"Estas são ações guerrilheiras. Neste momento vemos que até estão fazendo incursões em áreas urbanas", afirmou o ministro a jornalistas.
Alguns parlamentares disseram que pedirão ao governo que declare estado de exceção nos departamentos do norte do país, semelhante ao estabelecido em abril de 2010, depois que o grupo assassinou dois trabalhadores rurais e um policial.
Mas Filizzola afirmou ter todos os recursos legais para atuar e que nas próximas horas seria avaliada a possibilidade de uso das forças militares.
Com informações Reuters.
Paraguai: Ataque de grupo armado deixa 2 mortos
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Oleh
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