da AGÊNCIA EFE
Um grupo de homens armados capturou como reféns 25 trabalhadores chineses em uma fábrica no centro da Península do Sinai, no Egito, informou à Agência Efe uma fonte da polícia.
Os criminosos pediram a libertação de vários presos como condição para soltar os reféns, que foram detidos quando chegavam de carro à fábrica e impedidos de deixar seus veículos. No momento, os trabalhadores chineses estão neste momento dentro da área industrial, segundo a fonte.
Quanto aos motivos da captura de reféns, a agência oficial de notícias egípcia 'Mena' indicou que o objetivo é pressionar as autoridades do Egito para que libertem cinco presos que foram condenados pelos atentados perpetrados em 2004 e 2005 nas localidades turísticas de Taba e Sharm el-Sheikh.
Além disso, o grupo armado também exigiu a cessação da exportação de gás a Israel e a abertura da passagem fronteiriça de Rafah, que dá acesso à Faixa de Gaza, em troca da libertação dos chineses, técnicos em uma fábrica de cimento.
A situação da segurança no Sinai se deteriorou nos últimos meses, com vários ataques a delegacias e sabotagens a gasodutos.
Há três dias, homens armados atacaram um escritório de câmbio em Sharm el-Sheikh e mataram um turista francês e feriram um alemão em um tiroteio com as forças de segurança. EFE
Um grupo de homens armados capturou como reféns 25 trabalhadores chineses em uma fábrica no centro da Península do Sinai, no Egito, informou à Agência Efe uma fonte da polícia.
Os criminosos pediram a libertação de vários presos como condição para soltar os reféns, que foram detidos quando chegavam de carro à fábrica e impedidos de deixar seus veículos. No momento, os trabalhadores chineses estão neste momento dentro da área industrial, segundo a fonte.
Quanto aos motivos da captura de reféns, a agência oficial de notícias egípcia 'Mena' indicou que o objetivo é pressionar as autoridades do Egito para que libertem cinco presos que foram condenados pelos atentados perpetrados em 2004 e 2005 nas localidades turísticas de Taba e Sharm el-Sheikh.
Além disso, o grupo armado também exigiu a cessação da exportação de gás a Israel e a abertura da passagem fronteiriça de Rafah, que dá acesso à Faixa de Gaza, em troca da libertação dos chineses, técnicos em uma fábrica de cimento.
A situação da segurança no Sinai se deteriorou nos últimos meses, com vários ataques a delegacias e sabotagens a gasodutos.
Há três dias, homens armados atacaram um escritório de câmbio em Sharm el-Sheikh e mataram um turista francês e feriram um alemão em um tiroteio com as forças de segurança. EFE
Grupo armado toma 25 chineses como reféns na Península do Sinai
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